O que é o currículo escolar
Ao pensarmos o currículo escolar, devemos
entender que nem tudo o que a escola diz ensinar, o aluno assumem como
aprendido e, ainda, que nem tudo o que alunos dizem ter aprendido na escola, a
escola assume como resultado de seu ensino. De fato, nas escolas, muitas coisas
são ensinadas sem necessariamente serem anunciadas e muitas coisas são
aprendidas sem que constem dos currículos escolares. O método que a escola usa
para a definição do conhecimento que vai trabalhar, diz muito sobre como ela
encara o desafio de ensinar a todos. E é nesse dilema que se define a importância
do Currículo Escolar.
Podemos obter informações e orientações através dos Parâmetros Curriculares Nacionais que trazem uma forma de definição das disciplinas e distribuições dos conteúdos entre os componentes curriculares propostos.
Entre estas contribuições encontramos: a importância de trazer para a sala de aula a cultura local, o estudo de problemas cotidianos, a aplicação do conhecimento aos problemas que a aluna ou o aluno precisam enfrentar em seu dia-a-dia.
Junto a esta perspectiva, encontramos também a possibilidade de libertar a escola do cumprimento de uma lista de conteúdos previamente estipulados e, propondo aprendizados fundamentais em um determinado número de anos, e desenvolver métodos de acompanhamento das aprendizagens que atendam ao contexto de desenvolvimento que cada aluno apresenta.
Esta compreensão implica em entender os aspectos inter-relacionados de diferentes áreas humanas: sócio antropológico, psicopedagógico, epistemológica e filosófica.
A contribuição sócia antropológica ao currículo se dá na medida em que a escola reconhece as relações sociais e os instrumentos culturais aos quais os alunos e alunas têm acesso, buscando, como propõe Freire (1972), na prática social, a fonte e o fim dos conhecimentos que serão trabalhados.
A psicopedagogia nos faz perceber que a aprendizagem escolar precisa ser compreendida na relação dialética entre biológico e cultura.
A epistemologia nos desafia a questionar constantemente qual é o conhecimento que vale para o mundo hoje.
Filosoficamente, o currículo escolar responde se todos serão percebidos como alunos que aprendem, e promovidos na sua aprendizagem, e na sua organização escolar, e apenas serão promovidos aqueles que merecerem.
Podemos obter informações e orientações através dos Parâmetros Curriculares Nacionais que trazem uma forma de definição das disciplinas e distribuições dos conteúdos entre os componentes curriculares propostos.
Entre estas contribuições encontramos: a importância de trazer para a sala de aula a cultura local, o estudo de problemas cotidianos, a aplicação do conhecimento aos problemas que a aluna ou o aluno precisam enfrentar em seu dia-a-dia.
Junto a esta perspectiva, encontramos também a possibilidade de libertar a escola do cumprimento de uma lista de conteúdos previamente estipulados e, propondo aprendizados fundamentais em um determinado número de anos, e desenvolver métodos de acompanhamento das aprendizagens que atendam ao contexto de desenvolvimento que cada aluno apresenta.
Esta compreensão implica em entender os aspectos inter-relacionados de diferentes áreas humanas: sócio antropológico, psicopedagógico, epistemológica e filosófica.
A contribuição sócia antropológica ao currículo se dá na medida em que a escola reconhece as relações sociais e os instrumentos culturais aos quais os alunos e alunas têm acesso, buscando, como propõe Freire (1972), na prática social, a fonte e o fim dos conhecimentos que serão trabalhados.
A psicopedagogia nos faz perceber que a aprendizagem escolar precisa ser compreendida na relação dialética entre biológico e cultura.
A epistemologia nos desafia a questionar constantemente qual é o conhecimento que vale para o mundo hoje.
Filosoficamente, o currículo escolar responde se todos serão percebidos como alunos que aprendem, e promovidos na sua aprendizagem, e na sua organização escolar, e apenas serão promovidos aqueles que merecerem.
Diante destas contribuições, cabe sintetizar a
noção de currículo com a qual trabalhamos associada à concepção de aprendizagem
que compartilhamos: em sua natureza, o currículo implica-se em diferentes
formas de apropriação que o sujeito faz de um conjunto de vivências e
conhecimentos oportunizados pela escola.
Um currículo pode ser definido o mesmo para uma
Rede de Ensino ou por uma escola em particular. Um currículo também pode ser
definido a partir dos livros didáticos que são adotados para cada série escolar
ou pode funcionar a partir de algumas diretrizes nacionais.
O conteúdo a ser trabalhado em sala de aula
deve ser definido pelo professor juntamente com a coordenação pedagógica da
escola analisando conteúdos e materiais proposto pelo Projeto
Politico Pedagógico da escola. Esse trabalho será dividido em faixas
etárias e disciplinar de cada serie a ser atingida.
Os planos de aula deverão ser feitos
individualmente ou coletivamente com outros professores da mesma serie ou mesmo
com a interação dos alunos. Este devera ser feito semanalmente e com avaliação
do desenvolvimento feita diariamente. Para ter um melhor êxodo o currículo
escolar deve ser analisado e cumprido.
“O currículo surge, então, em uma dimensão ampla
que o entende em sua função socializadora e cultural, bem como forma de
apropriação da experiência social acumulada e trabalhada a partir do
conhecimento formal que a escola escolhe, organiza e propõe como centro as
atividades escolares” (Krug, 2001, p. 56).
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